A poesia de Ronaldo Franco


Na Feira do Livro: o poeta Ruy Barata > sem Fim...
O Paranatinga 
inesperadamente fechou abril
Rapidamente
abriu-se o rum do vazio
O Rio sabe o rumo
do boto boêmio
A boemia rema
saudade do poeta inexaurível
O argonauta de bares 
aporta em rima extrema
Pelo ares:
um pixé de solidão na cidade
Nel mezzo del camim
um Ruy sem fim
pisa nos calos da lua
Esse Ruy sem endereço
é minha rua
Poeminha do RoN.

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